segunda-feira, 30 de agosto de 2010

I Triatlo de Vila Nova de Gaia

Vila Nova de Gaia - Afurada - foi palco, este fim de semana, de um grande evento de Triatlo.
As margens do Rio Douro receberam no sábado de tarde o Campeonato Europeu Sub23 da modalidade e, no domingo de manhã, a última etapa da Taça de Portugal.
Esta prova foi, muito provavelmente, a minha última prova neste ano de estreia na modalidade. Foi uma bela forma de concluir a época e que me dá boas perspectivas para o próximo ano. A ver vamos...
Cheguei cedo ao local da prova, como gosto. Tive tempo de ver bem toda a estrutura montada (e que bela estrutura, ou não fosse ela a mesma do Campeonato Europeu que havia decorrido no dia anterior - onde o "nosso" João Silva se sagrou Campeão Europeu). Durante o reconhecimento fui vendo caras conhecidas, de outras provas, que fui cumprimentando. É engraçado começar a sentir que faço parte desta família de triatletas.
Depois das tarefas habituais era hora de me dirigir para o parque de transição, colocar o material e dar umas braçadas antes da partida. No parque cruzei-me com o João Garcia - sim, o alpinista, que também é triatleta e que competiu nesta prova - com quem troquei umas palavras. A água a 19º permitia o uso de fato isotérmico e então há que aproveitar. Depois de ultrapassar a árdua tarefa de vestir o fato mergulhei nas águas do Douro e iniciei o meu aquecimento. Curto, pois pouco depois já estava a organização a pedir para nos dirigirmos para a zona da partida. Lá nos amontoamos - os cerca de 190 atletas à partida - junto ao pontão e, ao som da buzina accionada pela Rosa Mota, partimos para os 750 metros de natação.



Iniciei este segmento com calma e até à primeira bóia a coisa custou um pouco. Depois foi seguir o ritmo e esperar que os metros passassem para sair da água. Prova após prova sinto-me melhor na água mas estou consciente que este é o meu pior segmento e pretendo trabalhar para melhorar este aspecto. Cheguei ao parque de transição com muitas bicicletas ainda por levantar o que confirmava que havia feito uma natação interessante. 15 minutos e 48 segundos foi quanto demorei a cumprir este segmento, tendo saída da água na 137ª posição.
Era hora de tirar o fato, colocar o capacete e iniciar o ciclismo. Seguiam-se 4 voltas (20 km) de um percurso bastante técnico com curvas apertadas, subidas e descidas acentuadas. Fiz uma primeira volta de "reconhecimento" e depois tentei impor um ritmo forte mas sem exagerar pois queria fazer um bom segmento de corrida. Acabei por não conseguir seguir com nenhum grupo e fiz todo o ciclismo sozinho. O facto da prova ser em circuito ajuda pois tivemos sempre, ao longo de todo o percurso, muita gente a assistir e a apoiar-nos. Muito obrigado a todos.


Agora só faltava a corrida. Eram 2 voltas num total de 5 km. Eu sentia-me bem e queria voar nas margens do Douro. Impus logo de início um ritmo forte e esperei que os treinos fizessem o resto, permitindo aguentar assim até ao final. Os kms sucediam-se e as pernas iam aguentando. A respiração começava a dar sinais de cansaço mas a meta já estava quase à vista. Os treinos resultaram e eu fiz um segmento de corrida muito bom.


No final o cronómetro marcou 1h 14' 17'', 61.º lugar da classificação geral. Fiquei bastante satisfeito com a prova e com o meu desempenho. É bom quando vemos que o nosso esforço diário se reflecte nos resultados obtidos.
Terminada a prova era hora de confraternizar mais um pouco, comer fruta e beber alguma coisa.
De Triatlo estamos conversados por esta época, para o ano há mais (e melhor, espero eu).

domingo, 22 de agosto de 2010

Quanto valem 10 euros?


Sim, quanto valem 10 euros? Pode parecer estranha esta questão mas acreditem que, como verão adiante, é pertinente.
Depois do Triatlo da Raiva meti uns dias de férias [muito boas, por sinal :)] e, para além da ida a Santiago em BTT, poucos foram os treinos que realizei. Esta semana, quando regressei aos treinos, fui informado que haveria uma competição de corrida em estrada aqui perto - a Corrida do Mártir 2010, em Cucujães - no sábado à tarde. Depois de alguma resistência da minha parte e de alguma insistência dos meus colegas, acabei por aceitar participar nesta prova. Sempre são mais 9 km de ritmo a contar para a minha preparação para a Maratona do Porto.
Cucujães, 17.05 horas, depois de um (breve) aquecimento era dada a partida para a prova. Seguiram-se 8.600 metros de subidas e descidas. Sobre a prova não há muito a contar. Parti com calma e fui avançando à medida que me fui sentindo bem. Subi muito bem e aproveitei as descidas para recuperar. Terminei a prova a sprintar com um colega de equipa, tendo perdido para ele mesmo em cima da linha da meta.
A frequência cardíaca alta transparecia bem o esforço realizado, o cronómetro marcava 30' 52'', não fazia ideia da minha classificação (e também não estava preocupado). Entretanto a malta foi chegando, fomos trocando opiniões e alguém atira para o ar que eu tinha ficado em 10.º lugar no escalão Séniores Masculinos. Isso era fantástico, pensei eu. E não é que foi mesmo! Tinha conseguido ficar em 10.º lugar e, pela primeira vez na vida, iria ganhar um prémio com o Atletismo (além das habituais ofertas de participação, tipo t-shirt). O valor era o menos importante, o que interessava era a minha gratificação por ver que todo o esforço e empenho que diariamente coloco nos treinos era, de alguma forma, recompensado (que mais não fosse pela posição).
Quando anunciaram o 10.º classificado lá chamaram por mim e foi com muito gosto (e algum orgulho, confesso) que recebi aquele envelope com... 10 euros! E agora, quanto valem estes 10 euros?

sábado, 14 de agosto de 2010

Caminho Português de Santiago

Sé Catedral do Porto, dia 11.Agosto.2010, 07.50 horas, que comece a aventura...
Que comece é uma maneira de dizer pois qualquer viagem começa muito antes da partida, com todos os preparativos e afins. Esta seria uma viagem diferente. Pelo meio de transporte - bicicleta -, porque o fundamental não é o destino mas sim o caminho que é percorrido para lá chegar, porque iria despojado de todos os luxos levando apenas o essencial, porque sim, porque quero e porque gosto. Depois de tudo preparado, durante a breve viagem de comboio entre Ovar e Porto (S. Bento) apenas tinha 2 certezas: de que iria começar o Caminho em breve na Sé Catedral do Porto e de que o pretendia terminar na Sé Catedral em Santiago, tudo o resto era uma incógnita. O espírito, tal como havia lido na net, era "amigo não faça o Caminho, deixe que o Caminho o faça a si".
No primeiro dia o Caminho foi ganhando interesse à medida que fui deixando para trás as zonas mais citadinas do Porto e da Maia e fui entrando nas zonas mais rurais. Os kms iam passando e cada vez mais começava a sentir que o Caminho me começava a preencher. Rapidamente cheguei a S. Pedro de Rates e fiz questão de ter o selo deste albergue na minha Credencial.
As setas amarelas, tal como os peregrinos - essencialmente caminheiros estrangeiros - iam-se sucedendo, umas atrás das outras, as paisagens e o percurso mantinham o interesse com algumas subidas, cursos de água, single tracks, etc. e, quando dou por mim, começo a sentir alguma fome. Não era de admirar, o relógio marcava 15 horas, decidi parar na próxima oportunidade - Ponte de Lima. Calhava bem que assim retemperava forças antes da famosa subida da Labruja - e que subida meus amigos!... Assim foi, depois de almoçar numa das esplanadas voltadas para o rio Lima, era altura de continuar o Caminho. Uns kms depois lá estava ela, altiva, imponente, como que a desafiar todos aqueles que a ousam subir. Qual Adamastor e o seu Cabo das Tormentas... E a verdade meus amigos é que só há 2 formas de fazer esta subida até à Cruz dos Franceses: ao lado dela ou por baixo dela. É impossível subir pedalando na bicicleta. Eu optei por subir ao lado dela, empurrando-a com todas as forças até alcançar a glória final.
Daí até S. Pedro de Rubiães foi um instante e, como já tinha 118 kms percorridos desde o Porto (8.15 horas a pedalar), como já não era muito cedo e como ainda faltavam cerca 20 kms para Valença decidi pernoitar neste Albergue. Em boa hora o fiz. Além do Albergue ter boas condições, o ambiente era fantástico. Havia pessoas dos mais variados países - Polónia, Alemanha, Inglaterra, Itália, Espanha, etc. - e os momentos aqui passados foram fantásticos. De manhã, por volta das 4 horas já havia movimento na camarata. Os caminheiros levantam-se bastante cedo para começarem igualmente cedo a etapa. Eu fiquei mais um pouco e comecei a pedalar às 7 horas, tinha nascido o sol à poucos minutos.
No segundo dia os primeiros minutos foram um pouco dolorosos. Não tive problemas com as pernas, essas portaram-se bem, mas o rabo dorido dos kms feitos no dia anterior queixava-se cada vez que me sentava. Nada que já não estivesse à espera mas ainda assim desagradável. Neste aspecto há que ter em consideração ao material utilizado. Escolham bons materiais (quer calções quer selins). E, já que estamos a falar de materiais, um louvor para o meu material. Quer o suporte quer os alforges portaram-se lindamente durante todo o Caminho, permitindo-me uma liberdade tal que, se não fosse o peso, até me esquecia que eles lá estavam. A bicicleta, essa, apesar de ter feito o seu melhor e de se ter portado lindamente (não tive nenhum problema mecânico - desde já agradeço ao Fernando da Garagem Paciência pela assistência prestada -, apenas tive um furo - rapidamente resolvido - já quase a terminar o segundo dia) condicionou-me um pouco em alguns locais mais técnicos. Talvez esteja na altura de eu pensar em fazer um upgrade...
Neste segundo dia, cedo, cruzei o rio Minho e entrei em terras espanholas - Tui. Aqui as setas amarelas quase deixam de existir e o Caminho passa a ser marcado com as famosas vieiras.
Ao longo do Caminho apenas encontrei 2 grupos de ciclistas, ambos portugueses por sinal. Um era constituído por 3 elementos de Esposende que iniciaram o Caminho em S. Pedro de Rates (onde nos encontrámos pela primeira vez) e com quem me ia cruzando de vez em quando, tendo inclusivamente pernoitado também no Albergue de S. Pedro de Rubiães. O outro, com 6 elementos da zona da Trofa, encontrei-os pela primeira vez no Albergue onde pernoitei. Estava eu a instalar-me quando eles chegaram, carimbaram as Credenciais, e seguiram para Valença onde pernoitaram. Neste segundo dia de Caminho, estava eu a sair do Albergue de Pontevedra após carimbar a minha Credencial e voltei a encontrar o grupo da Trofa. Depois de trocarmos umas palavras seguimos juntos em direcção a Caldas de Reis onde eu tencionava dormir. Eles ainda iam até Padrón. Os 20 kms que separam Pontevedra de Caldas de Reis passaram rapidamente (poderiam ter passado ainda mais rápido se eu não tivesse tido um furo). Eu tencionava ficar pois já tinha mais de 100 kms feitos mas eles lá insistiram e acabei por ir com eles até Padrón. Por um lado era melhor pois ficávamos com pouco mais de 20 kms para percorrer no outro dia até Santiago, por outro lado, além do cansaço do dia, começava a ficar tarde e isso dificulta a entrada nos Albergues que têm uma capacidade limitada. E assim foi, quando chegámos ao Albergue de Padrón estava cheio. Ir até Santiago era demasiado, voltar para trás nem pensar, então há que procurar alojamento em alguma pensão. Mas até aí foi difícil, dado sermos 7 pessoas. Ao fim de algumas tentativas lá conseguimos um local onde por 20€ tivemos direito a banho quente, cama lavada e (muito) jantar. Querem melhor? Obrigado Manolo! Neste segundo dia fiz 130 kms, tendo pedalado 9.15 horas.
O último dia foi pacífico. Os poucos kms de Padrón a Santiago (28 kms) foram percorridos em 2.30 horas e a meio da manhã já lá estávamos. Havia percorrido 276 kms, 20 horas a pedalar desde que saí do Porto até Santiago. Já em Santiago a maior dificuldade foi mesmo chegar à Praça do Obradoiro tal era a quantidade de pessoas.
Depois das tarefas habituais (fotos, recordações, etc.) era hora de voltar. O comboio que liga Vigo ao Porto parte ao final do dia e não tem grandes constrangimentos mas o que liga Santiago a Vigo é conhecido por ser mais complicado. E assim foi. De Santiago para Vigo apenas podem viajar 3 bicicletas em cada comboio o que nos fez dividir por 3 viagens. Para quem quiser evitar esta situação tem sempre a possibilidade de despachar a bicicleta através de uma das várias empresas que se publicitam em Santiago. Por menos de 50€ tem a bicicleta em casa poucos dias depois... Ainda assim, com tudo isto, acabámos por chegar cedo a Vigo e ter tempo para dar uma volta pela cidade.
No comboio Vigo - Porto vinham muitos peregrinos de bastantes nacionalidades, a conversa foi animada e o tempo custou menos a passar. De todos destaco 2 algarvios, de 57 anos cada, que depois do ano passado terem feito a Via Algarviana em BTT este ano decidiram realizar o Caminho Francês de Santiago. Fizeram mais de 850 kms em 8 dias (média de 108 kms/dia), fantástico. Parabéns!
Até chegar a casa tive ainda que mudar de comboio mais uma vez e pedalar alguns kms, poucos para quem tantos havia percorrido.
Esta viagem foi extraordinária, foi tanta informação em tão pouco tempo que vou demorar imenso a conseguir interiorizar tudo isto. Quer seja pelo gosto da actividade física (seja BTT ou caminhada), quer seja pela questão espiritual/religiosa, quer seja pela questão cultural, quer seja por todas elas, o Caminho de Santiago é uma experiência fantástica!

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

VI Triatlo da Raiva

Desafio superado... Foi esta a minha sensação ao cruzar a meta da 6.ª edição do Triatlo da Raiva.
Mas o dia tinha começado muito antes, bem cedo. Depois de ultimar alguns preparativos e tomar um bom pequeno almoço, arranquei em direcção a Castelo de Paiva, confiante dos treinos que havia realizado mas, naturalmente, com alguma ansiedade.
Chegado à freguesia da Raiva, onde estava instalada a meta e o 2.º parque de transição, comecei a respirar o "ambiente triatlético". Era a azáfama habitual. A organização a ultimar alguns pormenores, os atletas a preparar o seu material e a trocar umas palavras com quem já não estavam desde a última competição, a população nas ruas a assistir a tudo isto... Inspirei profundamente este ar que aqui se respirava, misturei-me com a multidão e senti-me, porque o sou, um triatleta.
Depois de colocar o material de corrida (as minhas novas Asics Gel Noosa Tri5, que por sinal se portaram lindamente) no PT2 a dúvida foi se seguia para a Praia do Castelo (onde seria dada a partida) de carro ou de bicicleta. Como não conhecia preferi ir de carro mas muitos foram os atletas que optaram pela bicicleta, o que possivelmente farei para o ano.
Já na Praia do Castelo, estava eu a equipar-me e a preparar-me para aquecer, quando cai a bomba... não é permitido usar fato isotérmico na natação. Pelos vistos aqui é comum acontecer esta situação. Seria uma novidade para mim. Melhor assim, perco menos tempo na 1.ª transição. :)
Depois do material colocado no parque de transição era hora de experimentar a água. Agora é que vai ser, pensei eu. Mas não! A temperatura da água estava óptima, ideal para nadar. Depois de umas braçadas era hora da partida. Como sempre, procurei uma zona menos concorrida. O que perco em posicionamento ganho em liberdade e em menos confusão e luta aquática. A partida estava eminente e a minha calma estava a preocupar-me. Não deu para me preocupar muito pois segundos depois estava a soar a buzina e a prova começara.
Seguiam-se 650m de natação, 16km de ciclismo e 4,2km de corrida, um super-sprint longo chamou-lhe a organização (só no Triatlo é que uma prova com uma duração superior a 1 hora pode ser considerada super-sprint...). A natação decorreu sem grandes sobressaltos. Sendo este o meu segmento mais fraco procurei colocar um ritmo que me permitisse sair da água bem para depois poder dar o meu melhor nos outros segmentos. E assim foi. Logo no início do ciclismo apanhámos uma subida de cerca de 700m em paralelo e depois um percurso alcatroado (bem marcado) onde as subidas longas iam alternando com as descidas técnicas. Foi um segmento que me correu muito bem. Fui ganhando posições e terminei bem fisicamente. Só faltava a corrida e eu queria voar nestes 4,2km. Queria disse eu bem. As pernas é que não pareciam cooperar e, apesar de ter feito um bom segmento, julgo que poderia fazer um pouco melhor.
No final, cruzada a linha da meta, havia demorado 1h 08' 49'' a realizar a prova e fora o 42.º a fazê-lo. Era hora de conviver com os colegas e retemperar forças.
Para terminar esta prova a organização ainda nos brindou com um almoço onde o convívio e a boa disposição imperaram. Muito obrigado! Volto para o ano.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Desafios que se seguem

Este tem sido, para mim, um ano original. Iniciei o meu percurso no Triatlo e tracei objectivos bastante concretos (ou quase, vá...) do que procuro alcançar.
Assim, com o aproximar do final da época desportiva, são basicamente 3 os desafios que me proponho cumprir:


Triatlo da Raiva. Esta será, se não a última, certamente uma das últimas provas de Triatlo que irei realizar esta época. Não foram muitas as provas que realizei até ao momento mas foram as suficientes para eu saber que gosto do Triatlo e que pretendo evoluir nesta(s) modalidade(s). Esta prova realizar-se-à no dia 08.Agosto em Castelo de Paiva e será constituída por 650m de natação, 16km de ciclismo e 4,2km de corrida. Brevemente regressarei cá para relatar esta competição.

Caminho Português de Santiago. Na semana seguinte ao Triatlo da Raiva planeei realizar este Caminho (em BTT). A ideia original era, juntamente com os meus camaradas do "Espírito de Aventura", realizar o Caminho Francês de Santiago. Contudo, por razões profissionais, não me será possível acompanha-los nas datas planeadas, pelo que decidi realizar - em "solitário" - um Caminho mais curto. Serão 243km que ligarão as Sé Catedrais do Porto e de Santiago. Terei certamente muitas peripécias para contar. Vai-me fazer bem...


Maratona do Porto. Tal como já referi o meu percurso desportivo passou - antes de enveredar pelo Triatlo - pelo Atletismo, nomeadamente pelas corridas de meio fundo. A corrida é uma actividade que sempre me deu prazer. Agora, com o regresso mais a sério ao desporto, a corrida volta a ocupar-me bons momentos da semana e as distâncias mais longas são aquelas que mais desafios me colocam e, como tal, mais prazer me dão. Então, que desafio maior poderá existir que a Maratona? É com este espírito que dia 07.Novembro espero participar na Maratona do Porto. Os objectivos já estão estabelecidos e, além de obviamente querer concluir a prova, pretendo fazê-lo em menos de 3 horas. Venham de lá esses km's...