segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

I BTT Teivas - Viseu

Enquanto o corpo não me deixa treinar/competir como gostaria (necessitaria!) vou procurando alimentar o vício com outras coisas.
Nos últimos tempos, entre outras - poucas - coisas, tenho andado a passear de BTT pelos montes que rodeiam Viseu.
Numa dessas voltas fui desafiado por um camarada a participar numa prova que se iria realizar pela primeira vez, o I BTT de Teivas.


Domingo de manhã, bem cedinho e pela fresca, lá fui eu até Teivas (a cerca de 10 kms de minha casa) para, com o David e o Pedro, integrarmos o (pequeno) pelotão que iria realizar os cerca de 40 kms da prova.
A prova teve pouca adesão mas, sendo a primeira edição, tem muito tempo para crescer.
O percurso era variado - estradões, single tracks, descidas e subidas técnicas, tinha de tudo um pouco, com muito pouca estrada como se pretende - estava bem marcado (salvo uma ou outra rara excepção) e tinha um nível de exigência que faz perceber porque lhe chamaram prova e não passeio.


A organização esteve bem, havendo naturalmente algumas melhorias a realizar, principalmente se o pelotão engrossar como se espera.
A nossa táctica para a prova passava por nos divertirmos no percurso, não nos magoarmos e tentar fugir aos últimos lugares da "classificação".
Conseguimos cumprir a táctica, ainda que o último ponto só a partir do meio da prova é que foi possível realizar... :-)
No final esperava-nos uma mesa bastante completa de petiscos que souberam lindamente após o esforço dispendido.



Foram cerca de 40 kms com 750 D+, cumpridos em 2h 25min. A classificação, que para o caso é pouco importante, foi interessante - 10.º, 11.º e 12.º lugar da geral - com o David a fazer uma ponta final (os últimos 5 metros) incrível e a conseguir entrar no Top 10. :-)



Num ano normal teria agora pela frente 2 desafios de corrida - Meia Maratona de Viseu, no dia 25 de Setembro e Meia Maratona de Ovar, no dia 2 de Outubro - mas, este ano o mais provável é que não as faça. Vamos ver o que o corpo quer...

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Meia Maratona "Cidade de Ovar"

Decorreu ontem, na cidade de Ovar, mais uma edição (a 27.ª) da Meia Maratona "Cidade de Ovar".


Apesar da meteorologia ser tudo menos convidativa para a prática do desporto ao ar livre, 4300 participantes (1950 atletas na Meia Maratona, 350 jovens na Mini Maratona e 2000 participantes na Caminhada) desafiaram a chuva e encheram as ruas da cidade para mais uma edição desta prova que, como já vem sendo hábito, esteve bem organizada.


Num percurso que, não me canso de dizer, é dos mais bonitos/agradáveis nestas provas foi um prazer percorrer os 21 kms e reencontrar tantos colegas destas lides.

Melhor preparado do que na Meia Maratona do Dão (embora longe da "forma" de outrora) parti com um número em mente: 1h 24'. No entanto, à medida que os quilómetros iam passando as sensações iam sendo interessantes e foi possível baixar desse objectivo.


1h 20' 46'' foi quanto marcou o cronómetro ao cruzar a meta, correspondendo ao 134.º classificado da Geral (67.º Sen. Masc.). O Garmin indicou-me um ritmo médio de 3' 47''/km e uma FC média de 169 bpm. Os resultados completos podem ser consultados aqui.

Duas linhas finais. A primeira para o nosso colega Bruno Costa, do CAO, que fez um trabalho fotográfico fantástico. Podem ver todas as fotos aqui. Obrigado Bruno! A segunda para a vencedora feminina da prova - Vanessa Fernandes. É bom ver que, depois de ter ganho quase tudo o que havia para ganhar no Triatlo e de ter passado uma fase menos boa na sua carreira/vida, regressou às competições e revela uma forma interessante. Força Vanessa!

domingo, 20 de setembro de 2015

II Meia Maratona do Dão - Viseu

Viseu recebeu hoje a "Corrida da Emoção", organizada pelo segundo ano consecutivo pela GlobalSport.
Este evento (que conta com uma caminhada de 5 kms, uma mini maratona de 10 kms e uma meia maratona) onde participaram cerca de 6 mil pessoas, consegue dinamizar a cidade em torno do desporto e da actividade física e, nem que fosse só por isso, é de louvar.


Nós cá de casa, como não podia deixar de ser, participámos nesta festa. A Lili fez, com uma prima que se estreou nestas andanças, a mini maratona (10 kms) e eu, ainda que pouco preparado, fui fazer os 21,097 kms da meia maratona.
Se a Lili e a prima cumpriram os 10 kms dentro do esperado e sem percalços, o mesmo já não posso eu dizer dos meus 21 kms.
"Olha para o que eu digo e não para o que eu faço", é talvez o ditado que melhor reflecte a minha participação nesta prova.



Já sabia que o percurso era exigente (embora tenha sido ligeiramente diferente do ano anterior, o querer levar a corrida para a zona histórica/centro da cidade, faz com que o percurso tenha muitas subidas/descidas, muitas curvas apertadas e muito pavê para correr), que o calor se iria fazer sentir (a organização esteve bem, colocando muitos abastecimentos ao longo do percurso) e que a minha preparação era (apenas) qb. para cumprir a distância a um ritmo controlado. Daí que, como tantas vezes aconselho os menos experientes nas corridas, manda o bom senso que comece a um ritmo calmo e que, conforme as sensações, mantenha ou acelere um pouco ao longo da prova.
Acontece que, como disse o José Figueiredo quando foi entrevistado pela TVi24 no final da prova, "por vezes a vontade é superior à capacidade" e quando na subida para a Sé eu me vi no grupo onde seguiam as primeiras mulheres não havia Garmin nem cardiofrequencímetro que me parasse (a FC ia bem acima dos 170 bpm). A minha táctica estava traçada: seguiria com as primeiras mulheres enquanto pudesse e depois logo se veria o que faria (lá se foi o bom senso). E assim foi. Segui uns bons kms com a Dulce Felix, a Mónica Silva e Doroteia Peixoto até que aos 6 kms a Dulce decidiu acelerar um pouco e fiquei só com as que viriam a ser 2.ª e 3.ª classificadas. A FC continuava alta mas a minha táctica manteve-se (quando a cabeça não tem juízo o corpo é que paga). Aos 9 kms aconteceu o inevitável e tive que abrandar o ritmo, deixando a Mónica e a Doroteia continuarem a sua prova. Só tenho pena que a cobertura televisiva da TVi24 (que é de louvar) não tenha dado a atenção devida à corrida feminina fazendo com que este meu esforço não tenha sido reflectido nos ecrãs. :)
Daí até ao final não há história. Restou-me minimizar as perdas, controlar as (poucas) forças e levar o corpo até à meta. 1h29'14'' marcou o cronómetro quando cruzei o pórtico o que, tendo em conta as circunstâncias, até considero um resultado razoável.
Resta-me continuar a preparação e usar um pouco mais o bom senso no futuro para sofrer menos.

sábado, 22 de agosto de 2015

Desafiando os Pirinéus

Estas férias, a convite de um casal amigo que há vários anos passeia pelos Pirinéus (obrigado Nuno e Guida) fomos (eu e a Lili) conhecer este recanto encantado.

Iniciámos a nossa visita pela zona de Andorra, onde ficámos uns dias. O tempo não ajudou muito pois estava chuvoso e frio mas não nos impediu de ir aos topos, subindo pelas mesmas estradas ziguezagueantes que os ciclistas do world tour na Vuelta ou no Tour.




Fomos ao Port de Cábus (2.302m), Pal, Arinsal e Arcalis (2.229m).




Não deu para fazer o Ordino mas ainda passamos por lá de carro.



Curiosidade foi ter encontrado o Quintana da Movistar numa loja de bicicletas em Andorra a Velha. Estava a treinar para a Vuelta que se inicia hoje.

Depois seguimos para os Pirinéus Franceses, onde a natureza foi muito mais nossa amiga. Paisagens fabulosas com tempo agradável e as etapas míticas do Tour de France à nossa espera.


Subimos duas vezes ao Tourmalet, uma saíndo de St. Marie de Campagn e passando por La Mongie e outra saíndo de Luz-Saint-Sauveur e passando por Baréges.


O Tourmalet é mesmo um monumento. Há pessoas de todas as idades, nacionalidades e condição física a subi-lo. De bicicleta de estrada, de BTT ou a correr, chegar ao topo é um desafio para todos. A sensação de atingi-lo é, para quem gosta de ciclismo, única e marcante.







No dia antes do regresso ainda subimos a Luz-Ardiden.



Ficaram alguns topos por fazer (Hautacam, Soulor, Aubisque, etc.) mas ficarão para outra oportunidade.