segunda-feira, 29 de julho de 2019

Triatlo das Andorinhas 2019

Este fim de semana os triatletas de Viseu rumaram à Póvoa de Lanhoso.
Sábado foram os mais novos, da Escola de Triatlo de Viseu, que realizaram no centro da cidade a sua prova. A Natação decorreu nas Piscinas Municipais Descobertas e o Ciclismo/Corrida junto ao Parque do Pontido.
Embora a competição esteja sempre presente, esta foi, como se pretende, essencialmente uma actividade de partilha e aprendizagem.

No domingo, já em Sobradelo da Goma, freguesia de Póvoa de Lanhoso onde está sediada a Associação que organizou esta prova (Grupo Desportivo da Goma), decorreu o Triatlo das Andorinhas.


O Triatlo das Andorinhas tinha a prova principal, disputada na distância olímpica (1.5km de natação + 40Km ciclismo + 10km corrida) onde participaram os atletas do Clube de Triatlo de Viseu e, paralelamente, existiu uma prova aberta disputada na distância sprint (750m de natação + 20Km ciclismo + 5km corrida) para todos aqueles que queriam experimentar a emoção do Triatlo com distâncias mais acessíveis.

A Natação decorreu na Barragem das Andorinhas, numa volta única e sem ser permitido o uso de fato de neoprene dado que a temperatura da água estava "agradável". Fiz o segmento sem percalços e saí confortável da água mas, disse-me o relógio no final, que fui lento.


O Ciclismo, realizado na estrada totalmente encerrada ao trânsito, consistia em 5 voltas a um percurso que, não tendo subidas muito íngremes, era bastante ondulante (o típico "rompe pernas"). Consegui encaixar num grupo onde fomos trabalhando em conjunto e os 40kms passaram bem. O facto da organização ter abastecimentos com bidão (de qualidade diga-se), o que não é muito comum neste tipo de provas, foi uma mais valia.


A corrida, este ano num percurso diferente dos anos anteriores, era um misto entre terra/trail e alcatrão. Cada uma das duas voltas do percurso que contornava a barragem era bastante desafiante (cada volta tinha mais de 100m D+). Juntando a isto o desgaste acumulado pelos segmentos já realizados levou a que fosse necessário gerir bem o esforço o que, felizmente, consegui fazer. Neste segmento, ao contrário do Ciclismo, o percurso em estrada não estava encerrado ao trânsito o que, além de desagradável, era perigoso. Uma situação a rever em edições futuras.

segunda-feira, 22 de julho de 2019

Rios Ibéricos Triathlon


Ontem, onde o Rio Tâmega se encontra com o Rio Douro, foi dia de festa.
Entre-os-Rios recebeu mais uma edição do Rios Ibéricos Triathlon.




O dia começou bem cedo. Às 6.00h da manhã a (grande) comitiva do Clube de Triatlo de Viseu estava a sair de Viseu em direcção a Entre-os-Rios onde, 2 horas e muitas curvas depois, chegámos.
O evento contava, para além da prova principal disputada na distância olímpica (1.500m de natação, 40km ciclismo e 10km de corrida) onde participei, com uma prova de Triatlo Promoção (distância sprint) e outra de Duatlo Promoção.


O PT1 estava montado na Marina de Entre os Rios tendo a natação decorrido mesmo em frente, no Rio Tâmega, numa água estranhamente quente (24º?!...) que impediu o uso do fato de neoprene. Duas voltas ao percurso depois era chegada a hora de montar na bicicleta.

O percurso de ciclismo era bastante exigente (os quase 1.000D+ em 38km confirmam-no) e consistia numa ligação inicial ao circuito onde decorriam as 3 voltas e depois uma ligação final ao Cais de Sardoura, mesmo ao lado do Rio Douro, onde estava montado o PT2 e a Meta. Todo o percurso estava cortado ao trânsito e, tirando a dureza do mesmo, era bastante agradável.

O percurso de corrida, que consistia em 4 voltas a um circuito onde uma subida íngreme com cerca de 200m de extensão desafiava os atletas e as suas capacidades, foi feito com algum cuidado. A distância ainda merece algum respeito e o desgaste acumulado da natação e do ciclismo pregam-nos muitas vezes surpresas desagradáveis. Depois de 2 voltas controladas apenas na segunda metade do segmento é que me permiti acelerar um pouco mais e foi uma estratégia acertada pois acabei com boas sensações.
O tempo final deste desafio foi de 2h34m49s. 

Para a semana Póvoa de Lanhoso espera por nós. Sábado teremos os alunos da Escola de Triatlo de Viseu a competir e domingo os adultos do Clube de Triatlo de Viseu em mais um triatlo na distância olímpica.

segunda-feira, 15 de julho de 2019

Europarque Triathlon Experience



Sábado passado, com a desculpa de participar com os alunos da Escola de Triatlo de Viseu no Europarque Triathlon Experience, acabei por fazer um Triatlo Super Sprint. Além dos alunos e de mim, tivemos também uma estafeta tripla composta por mães dos alunos (que tiveram assim a sua primeira experiência na modalidade) e um pai que fez a prova completa. Foi, como se pretendia, um dia de festa.


O local é bastante interessante para realizar uma prova deste género, cujo objectivo maior é o de divulgar a modalidade e experiência-la em distâncias acessíveis. E o objectivo foi alcançado pois,  fazendo os 3 segmentos ou em estafeta muitos foram os que experimentaram o Triatlo.


Relativamente ao meu desempenho foi, como se pretendia, intenso do início ao fim. Cumpri os 300m de natação + 10.000m de ciclismo + 3.000m de corrida em cerca de 42 minutos.


Antes das (merecidas) férias ainda tenho o agendado o Triatlo Rios Ibéricos (Entre os Rios) e o Triatlo das Andorinhas (Póvoa de Lanhoso).

quarta-feira, 29 de maio de 2019

Viseu Triathlon 2019

Este foi um fim de semana recheado de triatlo em Viseu.
No sábado a zona ribeirinha do rio Pavia recebeu as provas jovens, integradas no Campeonato Centro Norte de Triatlo Jovem.


Foram cerca de 100 os jovens que nadaram no rio Pavia distâncias entre os 50 e os 200 metros, pedalaram de 1 a 5 kms em estrada, terra e na Ecopista do Dão e correram 400 a 1.600 metros nas margens do rio, bem no centro da cidade de Viseu.


Da Escola de Triatlo de Viseu foram 5 os jovens que se estrearam nos triatlos e, todos eles, fizeram-no muito bem. Parabéns a todos!

No domingo foi dia dos mais velhos nadarem, pedalarem e correrem. 


Esta edição do Viseu Triathlon foi, mais uma vez, realizada numa distância incomum mas interessante (2/60/15). Esta prova, que já vai tendo o seu espaço no panorama nacional e traz até ao coração do Dão triatletas de todo o país (tínhamos atletas desde V. Nova Cerveira - Pedal'arte - até Loulé - Louletano -, passando por Algés, Estoril, etc.) e também do estrangeiro, nomeadamente de Espanha, foi renovada.
A natação voltou à barragem de Várzea de Calde, um local de eleição para este segmento. Cumpri as 2 voltas sem sobressaltos e num ritmo satisfatório. Após 39' de natação estava no PT1.
O ciclismo tinha um troço entre a barragem e o Aeródromo de Viseu e depois o percurso principal entre este e a cidade que era cumprido por 2 vezes. Era um percurso selectivo, com 2 subidas exigentes, mas com partes bastante rolantes e descidas rápidas. Gostei e consegui uma média (pouco comum para mim) de 31 km/h.


O segmento final de corrida era, em parte, comum à prova jovem do dia anterior e o restante era realizado no Parque de Santiago, num total de 4 voltas. Se as duas primeiras me correram bem, o mesmo já não posso dizer das 2 últimas. Fiquei, repentinamente, sem energia o que me obrigou a baixar drasticamente o ritmo e sofrer bastante para chegar ao final.


4h00'19'' depois do início da prova cruzei a meta, logo atrás do meu filho que tem uma ponta final fortíssima e me passou mesmo sobre a meta. :)


Agora há que recuperar, analisar o que correu bem e mal para preparar os próximos desafios.

Não podia terminar esta "crónica" sem fazer referência a 2 coisas:
1. Estando mais "por dentro" da organização destas provas vivi a dimensão desta estrutura e a importância crucial dos voluntários para o sucesso destes eventos. Obrigado a todos, em especial aos alunos da Escola de Triatlo de Viseu que cumpriram a sua função com brilhantismo;
2. Ao meu amigo Rui Gomes, do Sporting de Espinho, que vai ficar recordado como o verdadeiro herói desta edição. Logo após a primeira transição, quando iniciava o ciclismo, o selim da sua bicicleta cedeu e caiu. Quando qualquer outro teria desistido da prova, o Rui fez 60 kms a pedalar em pé e ainda teve forças para correr (e bem) concluindo a prova com distinção. Parabéns também a ele pela perseverança.

domingo, 12 de maio de 2019

Triatlo de Soure 2019

Em Março, aquando do Duatlo de Soure, ficou marcado o regresso a esta vila para experimentar as águas que ladeiam o Parque dos Bacelos.


Num fim de semana óptimo para a prática da modalidade foram 13 os triatletas do Clube de Triatlo de Viseu que se deslocaram a Soure para realizar o primeiro triatlo da época na zona Norte. A adesão foi grande, com cerca de 150 participantes à partida, e o ambiente, como é habitual nesta modalidade, era de confraternização.

O canal que ladeia o parque foi o palco do segmento de natação. Alguns não gostaram, outros acharam engraçado. Eu fui dos que achou engraçado. Por um lado, o facto de ser um canal estreito faz com que a habitual confusão da partida dos triatlos se mantenha praticamente ao longo de todo o segmento, por outro lado permite que quem está a assistir à prova acompanhe literalmente todo o segmento na margem. Fiz um segmento dentro do esperado, sem grandes sobressaltos tirando o momento em que, ao sair da água, olho para o pulso para ver o tempo realizado e... não tinha o relógio. O meu Garmin 920XT ficou no leito do rio. Recomendação: não usem o sistema quick release na natação.


O facto de não ser grande nadador é, nestas distâncias, duplamente castigador. Já não chega o castigo da água como depois, na bicicleta, não tenho grupos para me encaixar. Assim, como é habitual, lá fui fazendo o meu contrarelógio (sem o dito) aproveitando esporadicamente uma ou outra roda.


A corrida final foi feita sem entrar em loucuras pois, a 2 semanas de um dos objectivos da época - Viseu Triathlon -, é importante conseguir treinar com qualidade mais uns dias. Na meta, tal como ao longo de toda a prova, lá estavam a minha esposa e o meu filho para me apoiarem. Obrigado!


No final, após a (extensa) entrega de prémios onde o nosso clube recebeu diversas medalhas quer na classificação individual pelos atletas Luís Ferreira, Joana Cunha, Maria Andia e Catarina Regalo, quer na classificação colectiva - 2.ª Equipa Feminina - houve ainda tempo para conviver.

sábado, 27 de abril de 2019

Duatlo de Paredes 2019

Dia 25 de Abril decorreu, em Paredes, mais um Duatlo do Campeonato Norte e Douro Norte da dnFTP.


Num dia de muito frio e muita chuva, tudo menos convidativo para a prática de desporto outdoor foram muitos os que deixaram o conforto das suas casas, os seus sofás e a sua TV/consola de jogos para correr e andar bicicleta. Doidos? Não! Apaixonados. E não há valor mais forte do que a paixão.

De manhã decorreu a prova jovem.
Mais de uma centena de jovens correu e pedalou (num percurso de BTT que se tornou exigente pelas condições climáticas). A Escola de Triatlo de Viseu participou com os seus atletas, tendo todos eles tido um bom desempenho e, colectivamente, alcançaram a 4.ª posição.

De tarde, após completarem a sua prova e resistindo ao mau tempo, formaram ainda uma fantástica claque que aplaudiu e incentivou todos os atletas, naturalmente dando mais ênfase aos do Clube de Triatlo de Viseu que esteve, mais uma vez, bem representado.

Os adultos foram postos à prova num percurso de ciclismo com zonas técnicas e 2 subidas chatas que foram ultrapassadas por 4 vezes, sempre debaixo de chuva, vento e frio.



Não querendo comprometer a minha preparação para Viseu nem, acima de tudo, a minha integridade física decidi fazer a prova com o pé do acelerador ligeiramente levantado.


O tempo final (1h09m18s) acabou por ser agradável, dadas as condições da prova, e as sensações também.


Terminada a fase dos Duatlos, seguem-se os Triatlos.

segunda-feira, 15 de abril de 2019

Duatlo de Vagos 2019

Este fim de semana não era para ser de competição. Contudo, dada a substituição do Duatlo de Santo Tirso para Vagos, lá fui fazer "uma perninha" (duas, neste caso).



Numa zona fora do centro de Vagos (Santuário de Nossa Senhora de Vagos, a 3 km do centro) foi montada a estrutura que permitiu ter uma prova interessante. Apesar do tempo não ser o ideal (o piso estava molhado) o facto de não chover e de não estar muito frio acabou por ser positivo.




Tal como os outros duatlos na distância sprint foi uma prova bastante rápida. Fiz uma primeira corrida forte para integrar um bom grupo no ciclismo (o que veio a acontecer). O percurso do ciclismo, sendo plano, proporcionava-se a andamentos rápidos. O grupo, contudo, foi algo preguiçoso e, embora a média final fosse agradável, fomos quase sempre os mesmos 3 ou 4 a dar o peito ao vento enquanto os restantes se resguardavam. Enfim, provas curtas são mesmo assim.



Na corrida final, ligeiramente mais longa que o habitual nestas distâncias, acabei por conseguir andar praticamente ao mesmo ritmo da primeira corrida o que é muito bom.

No final, após 1h 08' de prova, e sem esperar, acabei por ficar em 3.º lugar no GI 40-44 e subir ao pódio.



Não sendo algo extraordinário é algo que eu dedico à minha extraordinária esposa que me vai apoiando para que eu possa treinar e competir. Obrigado!

O Clube de Triatlo de Viseu esteve, mais uma vez, bem representado quer em quantidade quer em qualidade.


Agora, apesar da cabeça já está focada no Viseu Triathlon, temos ainda o Duatlo de Paredes (onde estarão também os nossos infantes da Escola de Triatlo de Viseu) e o Triatlo de Soure.

domingo, 17 de março de 2019

Duatlo de Soure 2019

Ontem foi dia de mais uma competição (esta época quero compensar as poucas provas que fiz a época passada). Desta feita deslocámo-nos a Soure para fazer o Duatlo Sprint da vila.


O coração da prova foi o Parque dos Bacelos e, se por um lado, para quem está a correr todos os retornos e viragens são "ingratos", por outro lado, para quem está a assistir, conseguir acompanhar a prova é uma mais valia.


As provas na distância sprint não têm muita história, nomeadamente os duatlos. Para mim, basicamente, é andar cerca de 1 hora com o ritmo cardíaco acima dos 170 bpm. Custa, dói, mas volto sempre para mais um... :)
Fiz uma primeira corrida forte o que me permitiu integrar um grupo interessante no ciclismo. Ainda tentámos organizar o "carrocel" para perseguir um grupo que seguia à nossa frente mas a organização durou pouco e acabámos por rolar (forte) juntos até ao final. Não apanhámos o grupo da frente mas também não fomos apanhados por outros grupos portanto o balanço é positivo.


A segunda corrida foi, tal como a primeira, a bom ritmo. Na meta, tal como no resto da prova, lá estava a minha claque a apoiar e o meu filho quis correr com o pai, cruzando a meta comigo (vejam lá a técnica do miúdo, deve ser dos genes). :)


O nosso clube teve, mais uma vez, uma boa representação não só em quantidade mas também em qualidade. O triatlo/duatlo começa a ganhar o seu espaço em Viseu e sinto-me orgulhoso por contribuir para isso.


Dia 11 de Maio voltaremos a Soure mas, dessa feita, para o primeiro Triatlo da época.

terça-feira, 12 de março de 2019

Duatlo Vila Nova de Cerveira 2019

Depois da estreia competitiva desta época em Sicó não ter sido muito agradável, este fim de semana voltei a competir, desta feita em Vila Nova de Cerveira.


Mais do que pela competição, o fim de semana valeu pelo convívio. Dada a distância e, uma vez que os alunos da Escola de Triatlo de Viseu se iriam estrear neste Duatlo, decidimos ir passar o fim de semana a Cerveira. Fomos uma comitiva de mais de 20 pessoas que, sempre animada, fez da estreia dos mais novos aquilo que as competições (jovens, mas não só) devem ser: uma festa!

De manhã coube aos mais velhos mostrar como se faz. Se em Sicó não fiquei fã dos percursos, aqui em Cerveira gostei bastante. O coração da prova bem no meio da Vila com bastante gente a assistir, uma corrida com boa parte a ser feita na zona ribeirinha e sem andarem a inventar com trilhos e afins, e um percurso de ciclismo com uma ondulação interessante e com piso agradável.




A primeira corrida foi feita a ritmos bastante altos o que me permitiu entrar em grupos bons no ciclismo mas, dada a minha falta de treino neste segmento, foram vários os grupos que perdi. Estas provas servem também para isto. Afinar o planeamento melhorando os segmentos onde estamos mais frágeis. Na segunda corrida senti-me bem, com "boas pernas" e consegui impor um bom ritmo.
No final, com uma animada e barulhenta claque, foi com satisfação que cortei a meta 1h04'40'' depois  da partida.



De tarde foram os mais novos que se estrearam nas provas. O nervosismo e a ansiedade eram, naturalmente, enormes mas foi com satisfação que todos eles cortaram a meta. A experiência de quem trabalha semanalmente com eles e os vê concluir a sua primeira prova é gratificante e todos estamos ansiosos pela próxima.

domingo, 17 de fevereiro de 2019

Duatlo do Sicó 2019



Foi em Condeixa, mais propriamente em Zambujal, que a Associação de Jovens da Freguesia de Zambujal em parceria com a Junta de Freguesia local levaram a efeito este sábado o Duatlo do Sicó. Louvável o facto de uma pequena freguesia, cravada no coração da serra que deu o nome ao Duatlo, conseguir levar a efeito um evento destes. Um grande bem haja, desde já, pelo vosso empenho.

Esta prova marcou o início da época competitiva da Delegação Norte da FTP e também do meu clube - Clube de Triatlo de Viseu. Um projecto muito recente mas com uma estrutura experiente e com provas dadas.


Depois de na época passada não ter competido praticamente nada, esta época quero, pelo menos, participar em mais eventos e nada melhor do que começar logo no primeiro.
O facto do ciclismo ser em BTT não me atraiu muito mas, ainda assim, aceitei o desafio. São sempre momentos interessantes estas provas. Convívio e alguns kms de qualidade fazem sempre bem.

Este Duatlo, no entanto, com uma dezena de anos ligado à modalidade, conseguiu surpreender-me. Uma corrida que de corrida não tinha nada - era um trail autêntico - e um percurso de ciclismo muito exigente, com muitos kms em single tracks escorregadios e com obstáculos constantes que exigiam imensa técnica (que eu não tenho, juntando a isto o pouco treino) levaram-me ao limite. Depois da corrida ainda "apertei" na primeira volta do ciclismo mas, cedo percebi que teria que gerir as forças para chegar ao final. A segunda volta de BTT foi bem controlada e, ainda assim, a segunda corrida foi miserável, que faria se não fosse.
Valeu-nos o tempo estar de feição, com uma temperatura agradável e um sol bonito, pois com frio ou chuva nestes percursos, ui ui...

No início de Março estaremos no Duatlo de Vila Nova de Cerveira que, além da competição dos adultos, terá também uma prova jovem que marcará a estreia competitiva da Escola de Triatlo de Viseu.

Não posso terminar sem agradecer à Viselbi a cedência da BTT com que fiz este Duatlo (a minha está a aguardar a garantia) e à minha claque que puxou por mim a cada passagem e, estoicamente, aguentou este dia duro.